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MEDITAÇÃO PARA BOLETIM 22/01/2012

 

“José é um ramo frutífero, ramo frutífero junto à fonte; seus galhos se estendem sobre o muro. Os flecheiros lhe dão amargura, atiram contra ele e o aborrecem. O seu arco, porém, permanece firme, e os seus braços são feitos ativos pelas mãos do Poderoso de Jacó, sim, pelo Pastor e pela Pedra de Israel, pelo Deus de teu pai, o qual te ajudará, e pelo Todo-Poderoso, o qual te abençoará com as bênçãos dos altos céus, com bênçãos das profundezas, com bênçãos dos seios e da madre”. (Gênesis 49.22-25).

 

“RENOVADOS PARA FRUTIFICAR”

 

José, exemplo de uma vida frutífera

 

            Quando se vê uma vida bem sucedida, a tendência é querer saber qual o motivo de tal sucesso. Por isso, a história de José como tantas outras, histórias de servos fieis a Deus, vem acompanhada de notas explicativas que fundamentam sua vida vitoriosa.

José é considerado ramo frutífero porque mantinha-se junto à fonte, ou seja, estava plenamente comprometido com Deus, o que podemos observar em muitos testemunhos deste servo, em muitas de suas afirmações quanto ao seu temor a Deus. José é um ramo frutífero, ramo frutífero junto à fonte; (...) O seu arco, porém, permanece firme, e os seus braços são feitos ativos pelas mãos do Poderoso de Jacó, sim, pelo Pastor e pela Pedra de Israel, (...)”.

A consequência natural de uma vida colocada, inteiramente nas mãos de Deus é acontecer o que o texto afirma em relação à vida de José; bênçãos de todos os lados e de todas as formas: “(...) pelo Deus de teu pai, o qual te ajudará, e pelo Todo-Poderoso, o qual te abençoará com as bênçãos dos altos céus, com bênçãos das profundezas, com bênçãos dos seios e da madre”. É essa garantia dada por Jesus. Quando o reino de Deus está em primeiro lugar, todas as outras coisas são acrescentadas.

Assim como José, uma vida frutífera ultrapassa os muros: é “sal fora do saleiro”; é “Igreja além dos muros”. Não depende nem está preso ao ambiente familiar ou lugar ideal. Frutificar faz parte de sua vida, independente de circunstâncias.

José foi bênção entre seus irmãos, foi bênção na casa de Potifar; foi bênção na prisão; foi bênção no palácio e todo o império de Faraó. Não havia limites para ser abençoado e abençoador.

Porém, uma vida frutífera está sujeita a ataques inimigos. É preciso estar preparado para enfrenta-los e suportá-los: “Os flecheiros lhe dão amargura, atiram contra ele e o aborrecem”. Por isso, não há como se ter uma vida frutífera longe de Deus, ou em dúvida quanto ao seu paternal cuidado.

Sejamos, portanto, vidas frutíferas, na companhia e na certeza dos cuidados divinos.

 

Rev. Samuel Almeida Rios







MEDITAÇÃO PARA O BOLETIM DOMINICAL DE 14/01/2012

 

            “E, vendo de longe uma figueira com folhas, foi ver se nela, porventura, acharia alguma coisa. Aproximando-se dela, nada achou, senão folhas; porque não era tempo de figos. Então lhe, disse Jesus: Nunca jamais coma alguém fruto de ti! E seus discípulos ouviram isto”. (Leia Marcos 11.12-14)

 

“Apenas folhas!”

 

            Umas das características particulares da figueira é a perda de todas as suas folhas, quando se aproxima o tempo de produzir seus figos. E, antes que nasça qualquer projeto de folhas, começam a aparecer seus belos frutos, presos ao seu caule desnudo.  Somente após brotarem os figos é que a figueira cobre-se de folhas.

            Portanto, a ação de Jesus para com aquele arbusto foi para reprovar o fato deste contrariar a expectativa apontada por sua folhagem, que anunciava a presença de frutos.

            Infelizmente, muitos seres humanos têm contrariado a lógica da vida: prometer o que é capaz de cumprir, ou aparentar o que realmente é capaz de ser. São belas árvores cobertas de belas folhagens, porém sem nenhum fruto! São belos monumentos, porém sem significado, sem nenhuma utilidade! E isso quando não estão repletos de impurezas. “Apenas folhas”!

            Deus escolheu seu povo para frutificar, não para disfarçar com bela aparência: “Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo que pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda”. A mera aparência não é prática própria dos filhos da luz e sim dos filhos das trevas.

            Podemos até produzir folhas que proporcionem uma sombra acolhedora para aqueles que estão cansados! Porém não podemos deixar que estes estejam apenas em nossa sombra sem receber algo que lhes alimente a alma. Uma palavra de edificação; uma necessidade atendida; estas podem ser maneiras de frutos serem encontrados em meio às folhas.

            Nosso tema este ano é: “Renovados para Frutificar”. O tema deste mês é “Renovados para frutificar na maturidade cristã”.

            Na verdade, antes de frutificar, todo ser precisa passar pelo processo de amadurecimento, o que, de certa forma, é uma maneira de frutificar. Os frutos serão saudáveis se a árvore que os produzir estiver verdadeiramente amadurecida. Portanto, nosso primeiro compromisso neste ano é continuar buscando nossa maturidade cristã, sem deixar de frutificar. Mesmo porque, uma árvore que atingiu seu tempo de maturidade se não produzir está sujeita, segundo a Palavra de Deus, a ser cortada e lançada ao fogo.

            Que o Espírito de Deus nos leve a produzir e, de fato, encontre frutos em nós.

           

Rev. Samuel Almeida Rios





MEDITAÇÃO PARA O BOLETIM DOMINICAL DE 01/01/2012

 

            “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podereis servir a Deus e às riquezas. (...) Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”. (Leia Mateus 6.24-34).

 

Novo Ano, oportunidade para redirecionamento de valores

 

            Chegamos ao final de mais um ano e início de um novo, certamente renovação de oportunidades. Geralmente aproveitamos estes momentos para fazer uma retrospectiva, traçar novos planos e fazer novos votos.

            Devemos lembrar que nossa paz e quietude ou inquietação irá depender do conceito que temos do propósito de Deus para nossas vidas. Foi pensando nisso, certamente, que Jesus inseriu a advertência contida no capítulo seis de Mateus, direcionada aos seus discípulos, ao proferir o Sermão do Monte.

            Qual deve ser, portanto, o conceito de valores e prioridades para vida do ser humano, especialmente o discípulo de Jesus? Este conceito determinará a quietude ou inquietação da alma em relação a seu futuro.

            Por isso podemos observar que uma das primeiras preocupações de nossa mente é determinar e compreender corretamente o a valor do ser humano, diante de Deus. O homem vale mais que as coisas, ou as coisas determinam o valor do homem? Temos a compreensão correta ou seguimos os ditames e conceitos do mundo que valoriza a pessoa pelo que tem ou usa? O homem sempre valeu mais que as coisas. Para Cristo toda a riqueza do mundo vale menos que a alma humana. Devemos pensar e viver com esta convicção.

            Em segundo lugar é preciso definir o conceito que temos quanto ao cuidado de Deus para conosco. Ele não é limitado ou parcial em seu cuidado para com o homem. Ele tem um cuidado todo especial, não desamparando ou desprezando os seus em tempo algum. Somente Deus pode cuidar perfeitamente de nós. A sua Palavra que é fiel e verdadeira revela, em muitos momentos, este especial cuidado. Se sabemos que Deus assim cuida de nós, viveremos sempre seguros.

            Por fim, é precisamos definir claramente quem é Deus para nós. Ele precisa ocupar o lugar de primazia. Deus deve ser o primeiro em todos os nossos projetos ou empreendimentos. Nada e nem ninguém deve estar mais satisfeito conosco do que Deus. Nossa principal ocupação deve ser agradar a Deus.

            Quando Deus ocupa o primeiro lugar em nossas vidas as inquietações exacerbadas desaparecerão, pois descobriremos que tudo nos será acrescentado: “tudo mais ele fará”.

            Vamos, portanto, iniciar este novo ano redirecionando nossos valores. Vamos pedir que Deus varra o nosso coração e assuma, nele, o seu lugar de direito. Priorizemos a Trindade santa em nossas vidas.

QUE DEUS NOS DÊ UM FELIZ 2012!

           
                                                                                                          
Rev. Samuel Almeida Rios 
 
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